"Eu não quis falar para eles sobre nós porque quando eu falar vai se tornar verdade. E se tornando verdade as pessoas sofrem. E eu sempre fugi de sofrimento."
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A história de Lily Braun
Ele veio em sua direção, para Lily não havia mais ninguém no Dancing, apenas ela e aquele homem misterioso. Ele puxou a cadeira ainda olhando em seus olhos, quando o garçom se aproximou. E sem tirar os olhos dela ele pediu: “Traga para essa moça o mesmo que estava bebendo e um scotch para mim!” Lily se sentiu confusa. Pensou em ir embora, mas antes mesmo que ela juntasse suas coisas ele falou novamente: “O que um anjo azul faz aqui neste lugar?!” Anjo azul?! Que brega! Mas assim era Lily, brega como seus romances. E nesse instante sua visão ficou flou. Depois deste dia, vários martinis com três azeitonas Lily tomou com aquele homem que deveria ter vindo do romance mais meloso que ela já tinha lido ou visto. Ás vezes era presenteada com uma rosa azul e um poema feito especialmente para ela.
Numa certa noite ele abusou um pouco do tal scotch e entre tantas palavras de amor ele lhe disse que o corpo dela seria só dele aquela noite. “Oh…por favor!” Ela disse. O achou atrevido e ela não seria dessas.
Lily continuou freqüentando o Dancing, mas já não queria encontrar aquele homem. Achava que ele tivesse desistido dela por ela se negar a ir pra cama com ele.
Lily parou e ele em sua frente disse que lhe amava e que a queria como esposa e não como mercadoria. O coração de Lily disparou, era tudo o que ela queria ouvir desde que se conhecia por gente. Ela mal conseguia acreditar quando ele a beijou no altar da Igreja da cidade onde nascera.
Com o passar do tempo, Lily nunca mais leu ou viu um romance. Pensava que, o que ela estava vivendo era suficiente. Nunca mais tomaram drinque no Dancing. Afinal, lá era cheio de homens, não ficaria bem para uma mulher casada freqüentar aquele lugar de solteiros. E tb nunca mais recebera suas rosas azuis ou seus poemas. Sentia falta de tudo aquilo. Talvez Lily seria mais feliz anteriormente e não sabia disso. Achava que sua felicidade estivesse nas mãos de um romance, mas estava enganada. Sua privação da vida que tinha antes lhe respondera que não. O romance da vida real lhe dissera que não.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011
É que às vezes nada, nunca, se compara com os a-braços dele me envolvendo...
nada é tão bom quanto sentir o cheiro dele, colocar o cabelo entre meus dedos, tocar os lábios...
nada é tão melhor que nossos pés trocados, procurando um ao outro...
nada, nunca, nem às vezes me faz sentir tão bem como quando estou ao lado da pele dele, do coração dele, do sorriso de canto, dos olhinhos pequinos...
eu durmo com ele todos os dias no meu pensamento.
eu quero ele todos os dias.
vem cá, vem....
nada é tão bom quanto sentir o cheiro dele, colocar o cabelo entre meus dedos, tocar os lábios...
nada é tão melhor que nossos pés trocados, procurando um ao outro...
nada, nunca, nem às vezes me faz sentir tão bem como quando estou ao lado da pele dele, do coração dele, do sorriso de canto, dos olhinhos pequinos...
eu durmo com ele todos os dias no meu pensamento.
eu quero ele todos os dias.
vem cá, vem....
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
“Com o tempo, eu lhe ensinarei como superar. Você quer voar, mas não se pode começar a voar voando. Primeiro, tenho que lhe ensinar a andar, e o primeiro passo ao aprender a andar é entender que quem não obedece a si mesmo é regido por outros. É mais fácil, muito mais fácil, obedecer a outro do que dirigir a si mesmo.”
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Agosto...
não pensava muito e escrevia demais em guardanapos de papel.
essa semana achei um bilhete dentro do livro que não terminara de ler. e devolvi o bilhete pro livro. fechei e esperei o pó tomar conta, amarelar e quem sabe desaparecer com aquelas e tantas outras palavras que me magoaram.

foi difícil rir de outras piadas.
agosto sempre foi um desgosto. mas não é agosto que incomoda, não é agosto que me dói. doía.
agosto agora tem sinônimo de gosto. agora agosto eu sempre gosto.
estou um pouco sonolenta... mas a ansiedade de vê-lo, de tocá-lo, de senti-lo não me deixa adormecer... e eu espero com um sutil sorriso...
e eu só fico pensando: "não demora, não demora, não demora..."
é saudade.
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