terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Essas palavras que escrevo me protegem da completa loucura.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Depressão pós-nada: Nada te aconteceu, mas você fica deprimido mesmo assim.
O que eu peço é que você seja sempre de verdade também. Que me queira assim, imperfeita e cheia de confusões. Que saiba os momentos em que eu preciso de uma mão passando entre os fios de cabelo. Que perceba que às vezes tudo o que eu preciso é do silêncio e do barulho da nossa respiração. Que veja que eu me esforço de um jeito nem sempre certo. Que veja lá na frente uma estrada, inteiramente nossa, cheia de opções e curvas.
A vida girou em falso como faz em tantas ocasiões,
e deu-se o desequilíbro. A gente cai, levanta,
uns seguem de perna quebrada,
outros de miolo mole, e muitos vão sem coração.
Mas cada um vai como pode.

sábado, 14 de janeiro de 2012



"Porque eu só preciso de pés livres, de mãos dadas, e de olhos bem abertos


"Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa, que

me impeça imediatamente de sentir esse



amor absurdo por você.

"Porque, por muitas vezes, você não conseguiu evitar que a tempestade chegasse. Mas dançou comigo na chuva.
''Uma casinha bonita. Um emprego que eu adore. Uma pessoa que me entenda. Um par de pés pra me guiar. E um de braços pra dias frios. Um chão pra quando meu mundo desabar. Um colo eterno de mãe. Um lugar pra voltar. Outro pra ficar pra sempre."
'' Dentro de um abraço, voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito."
Somente uma coisa me faria bem agora. Seria adormecer com a cabeça no seu colo, você me dizendo bobagenzinhas gostosas para eu esquecer a ruindade do mundo.
Nessas horas sempre surge aquela tradicional perguntinha: Por que aquela pessoa pela qual você trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala não despenca na sua vida?