quarta-feira, 29 de junho de 2011

terça-feira, 28 de junho de 2011

Às vezes enxergo tão profundamente a vida que, de repente,



olho ao redor e vejo que ninguém me acompanhou


e que meu único companheiro é o tempo.



(...)Se a gente puder ir devagarinho como precisa,



e ninguém gritar com a gente para ir depressa demais,


então eu acho que nunca que é pesado...



" Nada de ir tateando os muros como um cego. Nada de muros."


Ela teimou, e enfrentou o mundo se rodopiando ao som dos bandolins.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

"(...) Não sei me despedir de você."


Então, é melhor fazer como os velhos índios iaquis: usar a morte como conselheira. Perguntar sempre: “Já que vou morrer, o que devo fazer agora?.