Nem olhe...
Você é um mar danado que eu olho e penso: aí dá nado!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
" Meu território é outro...
faço parte da manada que corre para o impossível!"
terça-feira, 28 de junho de 2011
Às vezes enxergo tão profundamente a vida que, de repente,
olho ao redor e vejo que ninguém me acompanhou
e que meu único companheiro é o tempo.
(...)Se a gente puder ir devagarinho como precisa,
e ninguém gritar com a gente para ir depressa demais,
então eu acho que nunca que é pesado...
" Nada de ir tateando os muros como um cego. Nada de muros."
Ela teimou, e enfrentou o mundo se rodopiando ao som dos bandolins.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
"(...) Não sei me despedir de você."
Então, é melhor fazer como os velhos índios iaquis: usar a morte como conselheira. Perguntar sempre: “Já que vou morrer, o que devo fazer agora?.
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