segunda-feira, 19 de novembro de 2012

"No primeiro dia pensei em me matar. No segundo, em virar freira. No terceiro, em beber até cair. No quarto, pensei em escrever uma carta para ele. No quinto, comecei a pensar na Europa e no sexto comecei a sonhar com as noites em Lisboa. Em seis dias Deus fez o mundo e eu refiz o meu."

terça-feira, 23 de outubro de 2012



(...) não me olham, não me vêem, não me sabem.
Me diluem, me invisibilizam,
me limitam aquele limite insuportável do que eles escolheram suportar,
e eu não suporto - você me entende?

Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida,
das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicídio nem cometemos gestos tresloucados.
Alguns, sim - nós, não.
Contidamente, continuamos.  

"Mas sabes principalmente,
com uma certa misericórdia doce por ti,
por todos, que tudo passará um dia."

"Ando em busca do silêncio que a cidade não dá.
Da paz que a cidade não dá.
Da suavidade zen que esta cidade não dá,
nunca deu nem dará nunca. A ninguém."
Paciência...

Entender que tudo tem seu tempo.

Que tudo vem a seu tempo.

Dar o tempo necessário, para crescer, brotar, florescer.

Aceitar o ciclo da vida.

Respeitar o fluxo do tempo.

Observar o tempo passar. Esperar o tempo certo.

Pra plantar, pra colher, pra agir, pra seguir, pra aprender.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

O discípulo perguntou ao Mestre:
"Mestre, o que é a real felicidade?"
O mestre replicou:
"Quando estiver com fome, coma. Quando estiver cansado, durma."