segunda-feira, 21 de setembro de 2015

É verdade. É verdade que tens asas. 
Normalmente usas-as para me elevar ao céu. Nunca te disse, mas essas tuas asas, levam-te ao mais alto da vida, e de lá, avalias o mundo com esse teu ponto de vista tão próprio. 
É estranho amar-te assim, mesmo depois de tanta confusão junta. Mas essas tuas asas...

Peço-te por tudo, que sempre que voares me leves contigo, e que me mostres os mistérios do céu.
Estou super-orgulhosa de saberes voar sozinho.
Essa tua independência faz-me gostar mais ainda de ti.
Sempre que por algum motivo a vida te aleijar as asas, e te impedir o voo, eu vou estar aqui, e vou cuidar delas. Nem que para isso tenha de te enrolar em compressas, e obrigar-te a ficar na cama até recuperares totalmente.
Mas... na verdade... não te vim falar de asas.
Quero-te falar daquilo que me faz voar ainda um pouco mais alto: o meu amor por ti.
Esse é infinito, não tem principio nem fim. É eterno, porque em questões temporárias vais permanecer sempre em mim. Do meu todo, tu és mais de metade.
Pouco tempo, muito significado. Nós sabemos.
Entre sorrisos, vôos e âncoras.

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Deus não apenas perdoa, ele esquece. Apaga a Lousa. Destrói as provas. Queima o filme. Formata o computador. Ele não se lembra dos meus erro...