terça-feira, 5 de novembro de 2013

Café quase amargo

Entre xícaras de café quase amargo, e ao som de um rock muito tocado, vou amarrando as pontas das milhares de circunstâncias que insistem em fazer parte de mim...em circunstâncias, leia-se: dúvidas, casos mal resolvidos, tentativas frustradas, planos indefinidos...um turbilhão que o café não ameniza, mas que o solo da velha guitarra absorve e leva para plano do bem estar.
Me vem à cabeça as palavras que desperdicei, ou melhor; as que usei em demasia...
Nem toda palavra merece desperdício. Nem todo ato mal concretizado é digno de reparo.
A falta de compreensão em coisas banais, me mostra em realidade o quanto preciso de aperfeiçoamento, e paralelamente o quanto a capacidade de ser mutável [em sentido físico, convicções] me beneficia, me cria e modela. Pra melhor.
Não quero ter uma vida da qual fugir, apenas preciso de café quase amargo, um pouco de música e um lugar pra escrever essas circunstâncias, não como fuga, mas como tentativa de compreendê-las. Solucioná-las.
Música, café, palavras mal elaboradas, solução.

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Deus não apenas perdoa, ele esquece. Apaga a Lousa. Destrói as provas. Queima o filme. Formata o computador. Ele não se lembra dos meus erro...