terça-feira, 31 de agosto de 2010

O desabafo de um Rouxinol

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Estou tão, mas tão cansada de ficar longe de você...
Acho que uma overdose de você não seria suficiente, se antes as pequenas doses me ajudavam a continuar, hoje até a presença constante não seria suficiente.
Não se acostuma com a ausência, aprende a conviver com ela, e não é nada fácil é uma convivência que machuca...
Sabe porque?!
Porque tem muitas coisas acontecendo comigo e você nem sabe...
Não sabe do último filme que assisti e achei o melhor de todos os tempos.
Que agora eu gosto mais do Burger King do que do Cheddar mcmelt.
Que eu me pego durante várias vezes no dia cantarolando a música que você cantou... ( Quanto mais o tempo passa, mais eu gosto de você, esse seu jeito de me abraçar, esse seu jeito de olhar pra mim...)

Você não sabe de que me dei conta hoje, de quanta coisa em mim mudou, não sabe o quanto tenho estado
só sem o desespero enorme de me sentir sozinha.


Não escuto seus conselhos, não vejo seu sorriso e os dias vão arrastando...
Não importa, porque se o destino for generoso, quando completar 100 anos, eu te conto tudo nos mínimos detalhes.

Sei que o seu afastamento gradual tem seus porquês, já tive a ousadia de respondê-los, hoje talvez nem esteja mais atrás das respostas, mais deixo meu agradecimento, pela honestidade da sua omissão tão previsível que sempre confundi com meus presságios.
By Raquel

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Deus não apenas perdoa, ele esquece. Apaga a Lousa. Destrói as provas. Queima o filme. Formata o computador. Ele não se lembra dos meus erro...