quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Não te amo mesmo não,
Mas te quero pra brincar de amor de vez em quando, por que falar de amor com você é mais fácil, é mais simples, e apesar de tudo é tão nós. Nossa história é mais longa do que eu possa contar. Mas contei.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Como se vai embora de uma pessoa? Onde se compra a passagem? Vai-se de ônibus? Avião? Trem? Ou vai-se a pé tropeçando na vontade tola de voltar? Quantos quilômetros de tempo são necessários para estar longe o suficiente? É preciso viajar até mudar de estado para mudar o estado da alma? Como se vai embora de uma pessoa? Esquecer é sofrer um acidente neste incidente todo que é amar.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
O IMPOSSÍVEL É O SOBRENOME DO MEDO
Perdemos mais tempo arrumando desculpas do que vivendo.
Perdemos mais tempo adiando do que aceitando a dificuldade.
Perdemos mais tempo explicando a desistência do que enfrentando o sim.
Eu garanto que a fuga dá mais trabalho do que se encontrar. Porque estaremos longe, mas com saudade. Porque estaremos protegidos, mas vazios. Porque estaremos aliviados, mas entediados.
Os riscos valorizam a recompensa.
Eu pensei que nunca percorreria o corredor de minha infância caminhando, mas o vô me esperava do outro lado. Eu caí e ele me levantou com suas mãos de regente.
Eu pensei que nunca me manteria equilibrado numa bicicleta, mas meu pai fingiu que segurava a minha garupa e pedalei de olhos fechados com o vento me guiando.
Eu pensei que nunca aprenderia a ler e a escrever, mas a letra da minha mãe foi a escada para as histórias.
Eu pensei que nunca teria um namorado, mas o beijo veio distraído no recreio da segunda série.
Eu pensei que nunca conseguiria nadar, mas os braços foram se revezando até atravessar a piscina.
Eu pensei que nunca passaria no vestibular, mas sacrifiquei noites e pesadelos para um lugar na faculdade.
Eu pensei que nunca dividiria a casa com alguém, eu pensei que nunca seria dependente do olhar de um homem, eu pensei que nunca seria feliz.
Eu pensei, mas fui fazendo. Fazendo. Fazendo.
O impossível é apenas o sobrenome do medo.
O impossível é o possível repartido. O impossível é o possível a dois.
Perdemos mais tempo arrumando desculpas do que vivendo.
Perdemos mais tempo adiando do que aceitando a dificuldade.
Perdemos mais tempo explicando a desistência do que enfrentando o sim.
Eu garanto que a fuga dá mais trabalho do que se encontrar. Porque estaremos longe, mas com saudade. Porque estaremos protegidos, mas vazios. Porque estaremos aliviados, mas entediados.
Os riscos valorizam a recompensa.
Eu pensei que nunca percorreria o corredor de minha infância caminhando, mas o vô me esperava do outro lado. Eu caí e ele me levantou com suas mãos de regente.
Eu pensei que nunca me manteria equilibrado numa bicicleta, mas meu pai fingiu que segurava a minha garupa e pedalei de olhos fechados com o vento me guiando.
Eu pensei que nunca aprenderia a ler e a escrever, mas a letra da minha mãe foi a escada para as histórias.
Eu pensei que nunca teria um namorado, mas o beijo veio distraído no recreio da segunda série.
Eu pensei que nunca conseguiria nadar, mas os braços foram se revezando até atravessar a piscina.
Eu pensei que nunca passaria no vestibular, mas sacrifiquei noites e pesadelos para um lugar na faculdade.
Eu pensei que nunca dividiria a casa com alguém, eu pensei que nunca seria dependente do olhar de um homem, eu pensei que nunca seria feliz.
Eu pensei, mas fui fazendo. Fazendo. Fazendo.
O impossível é apenas o sobrenome do medo.
O impossível é o possível repartido. O impossível é o possível a dois.
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