sexta-feira, 30 de setembro de 2011

"Dia banal, terça, quarta-feira. Eu estava me sentindo muito triste. Você pode dizer que isso tem sido freqüente demais, ou até um pouco (ou muito) chato. Mas, que se há de fazer, se eu estava mesmo muito triste? (...) Projeções: e amanhã, e depois? e trabalho, amor, moradia? o que vai acontecer? (...) Ah! como eu precisava tanto de alguém que me salvasse do pecado de querer abrir o gás."
Tive um vizinho que gritava com a namorada ao telefone, sem se importar que o prédio inteiro ouvisse: “Não sei o que fazer! Fico mal contigo e fico mal sentigo!”. Sempre achei essa situação desoladora, e nem estou falando do português do sujeito. É duro ter apenas duas alternativas (ficar ou ir embora) e ambas serem terríveis.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011


Seja todo você. Corpo e alma. Às vezes, mais alma. Às vezes, mais corpo. Mas, por favor, não me apareça pela metade.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

"Não houve tempo.


E a gente não sabia disso.

(…) Não havia tempo,

a gente quase nunca sabe disso."

E que seja permanente essa vontade de ir além de tudo que me espera.
Ás vezes, sinto falta. Ás vezes, acho que é um alívio estar longe.




O Rouxinol

Não escrevi, mais não quer dizer que esqueci.
Dia: 22.09.2011 (4 anos).
E ainda não passou...
Afinal, o que tem que ser tem muita força.


Não deixe que ele seja sua asa, no máximo um motivo para voar. Asas não nascem de novo, motivos sim. C.F