sábado, 6 de agosto de 2011

“Oito dias por semana eu amo você.”


Então – te escrevi duas vezes: a primeira saiu uma coisa sincera, mas lamentativa demais, um saco. A segunda saiu “madura e controlada”, mas extremamente falsa. Resolvi não mandar nenhuma delas. Não vale a pena falar sobre meus problemas – são muito meus, você não poderia me ajudar. Também não vale a pena fingir um equilíbrio que não tenho. A gente tem que descobrir maneiras – sejam quais forem – de ficarmos fortes.




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Porque você não sabe, mas tenho corrido maratonas e vencido monstros gigantescos para conseguir sentir tudo isso sem arrancar minha cabeça fora.

"... a vida real é um sonho.



Eu não preciso me "entender".


Que vagamente eu me sinta, já me basta."

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Agosto...

E eu inflamava meu ego com doses geladas de cerveja.

não pensava muito e escrevia demais em guardanapos de papel.

essa semana achei um bilhete dentro do livro que não terminara de ler. e devolvi o bilhete pro livro. fechei e esperei o pó tomar conta, amarelar e quem sabe desaparecer com aquelas e tantas outras palavras que me magoaram.

foi difícil rir de outras piadas.



agosto sempre foi um desgosto. mas não é agosto que incomoda, não é agosto que me dói. doía.

agosto agora tem sinônimo de gosto. agora agosto eu sempre gosto.



estou um pouco sonolenta... mas a ansiedade de vê-lo, de tocá-lo, de senti-lo não me deixa adormecer... e eu espero com um sutil sorriso...

e eu só fico pensando: "não demora, não demora, não demora..."
é saudade.
O mal do século é a solidão, cada um de nós imerso em sua própria arrogância, esperando por um pouco de afeição.



Renato Russo

terça-feira, 2 de agosto de 2011