quinta-feira, 31 de março de 2016

Eu prometi a mim, que eu só me casaria depois que eu vencesse o medo que eu tenho de nadar em lugares ermos. E também, depois de superar a aversão que eu tenho de psicanalistas, de medicamentos, de receitas de auto-ajuda, de discutir relacionamentos, da mentira disfarçada de verdade, da rotina em finais de semana, de propagandas de margarinas, do sexo feijão com arroz, do antes e o depois, dos meios sem fins, da implacável previsibilidade e da subjetividade que me dificulta determinar com total clareza os níveis de pH.

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