terça-feira, 5 de novembro de 2013

Ele era o remédio pra minha loucura, porque de alguma forma ele a compreendia. E foi por isso que eu fui, bati na porta da sua casa, e ele abriu bastante surpreso a me ver. Eu não tinha corrido, mas estava cansada, não estar perto dele me desgastava. ‘Não consigo mais’ eu disse, beirando a desespero. Ele me lançou um olhar cúmplice e respondeu: ‘Eu também’ e depois sorriu.

2 comentários:

  1. Saudade dos post já!
    Foi por acaso que conheci seu blog, mas não foi o acaso que me fez vir aqui todos os dias! :D

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  2. Oi linda, volteiiiiiiiiiiiiii!
    São tantas senhas, que estava me atrapalhando e não conseguia logar.
    Bjuuuu!

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