terça-feira, 16 de abril de 2013

"O mundo do moço era um mundo pequeno, morava na casa da frente, do outro lado do mundo, esta coisa de norte e sul, jantava palavras bonitas, exibia nos olhos aquela saudade do que nunca havia visto e uma felicidade inviolável pelo o que já era seu, coloridos eram os jardins pelas possibilidades verdadeiramente utópicas, a beleza de talvez nunca e ainda assim acreditar, o mundo do moço, o moço do mundo..."

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Deus não apenas perdoa, ele esquece. Apaga a Lousa. Destrói as provas. Queima o filme. Formata o computador. Ele não se lembra dos meus erro...