segunda-feira, 17 de setembro de 2012

(IN)CÔMODO


Derrubei todas as minhas paredes
pra dar lugar a mais janelas.
Quero que meus olhos alcancem além do que há aqui.

É muita luz pra pouco cômodo.
E eu sofro com o (in)comodo
Desse espaço que faz falta em mim!

Um comentário:

  1. Adorei, simplesmente.
    Adorei o poema e o pensamento e a imagem que ele traz.
    Normalmente, nos tropeços da vida, construímos muros pra, só depois, desconstruí-los (ou tentar).
    Quantos muros já fiz... é nem é por ser engenheiro...
    Muito, muito bom seu texto.
    Ivan.

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Deus não apenas perdoa, ele esquece. Apaga a Lousa. Destrói as provas. Queima o filme. Formata o computador. Ele não se lembra dos meus erro...