terça-feira, 2 de novembro de 2010

Um drink

Não era ela naquele bar ontem, estava nostálgica, se fosse, não estaria buscando os "porquês". Ela não gosta mais disso a muito tempo, desde de que descobriu que os porquês prendem ...
Os anos começaram a passar em câmera lenta, em pequenos flashs, talvez não devesse ter largado o copo, esse pode ter sido o grande erro, o álcool a deixa sempre mais racional que o necessário.

Nem sempre se acerta o palpite, ou a decisão, ou as pessoas.
Existe aquilo que não é para ser. Ele provavelmente percebeu isso em alguns casos e relevou, ou não deu tanta importância, permitindo um meio para o começo inadequado daquilo que poderia não fazer bem - nem para si, nem para o outro.

O costume e o comodismo costuma ser o grande amigo dos padrões mentais viciosos. O que não deveria ter começado implica, necessariamente em um fim.

"...Quando sentir algo muito forte, peça um drink"

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Deus não apenas perdoa, ele esquece. Apaga a Lousa. Destrói as provas. Queima o filme. Formata o computador. Ele não se lembra dos meus erro...